Há males que vêm pro bem. Mesmo que eles te deixem puto da vida por dias a fio. Ou, o final de semana em que eu tomei um belo bolo dos meus amigos.
Vamos começar pelo início da semana passada. E pelo resto dela. Estava tudo combinadíssimo que iríamos, sábado, pra o Frida K (um barzinho daqui de Barão Geraldo). Como não seria diferente, a semana inteirinha todos (inclusive eu) ficaram me animando e empolgando pra noite de sábado; que prometia horrores.
Então, já me preparando pro que seria o sábado a noite sendo gasto na produção e o domingo inteiro na recuperação de uma ressaca monumental, lí toda a matéria a ser estudada na sexta feira e limpei todo o meu apartamento no sábado. Também fui na academia, lavei roupas, escrevi outro artigo para a pesquisa e assistí "Abaixo ao amor" (ótimo, por sinal).
Era sábado, 7 horas. Resolví ligar para o povo. Aquela ligada que seria "olha, 10 e meia eu estou passando na sua casa. Até mais!". Eis que eu ouví: "ah, eu tô cansado. Desanimei. Deixa pra próxima." e "ah, eu acho que vou numa festinha da FEM" entre outras desculpas.
Minha primeira reação foi chutar uma cadeira que tinha por perto. Dado que a cadeira andou uns 5 metros, indo da minha sala até o meio da cozinha, imaginem o meu estado zen de felicidade. Chutei a cama, a poltrona, a janela e a parede. Só não estilinguei o passarinho porquê ele não estava lá. Saí, desolado, até a locadora e peguei outro filme. Dessa vez foi "Amor sem fronteiras".
Duas horas depois o filme acabou. Meu único pensamento foi "eu quero essas duas horas da minha vida de volta!". Acabei tomando quase meia garrafa de vinho, umas duas long-neck de skol. Tudo regado a meio maço de Marlboro Light. Dormi 1 da madrugada e, no domingo, pelas 7 da manhã, já me revirava na cama.
Eu tive uma vontade imensa de voar no pescoço deles quando a gente estava vindo pra faculdade, hoje pela manhã. Mas, me segurei. O carro estava a 60 por hora. Não por nada, mas simplismente não tenho dinheiro para pagar o conserto. Do carro.
Mas a raiva passa. Já está passando...
Ouvindo "Alcione - ao vivo". Quem tirar sarro leva na cabeça.
segunda-feira, 30 de agosto de 2004
sexta-feira, 27 de agosto de 2004
Meu 11/09 pessoal. Ou, também pode ser chamado de "O dia que em sofri um triplo ataque terrorista".
Primeira aula da manhã. Começou exatamente as 8:20 (o que é deveras cedo para o professor). Depois de exatas 1 hora e 45 minutos de aula (exato, ele soltou a gente depois que já tinha começado a aula das 10:00), ele avisa que, na segunda, faria uma chamada oral a respeito dos textos que já tinham sido dados. Como eu não havia lido nenhum, descobri minutos depois que isso seriam aproximadamente 150 páginas (como se já ter que ler o primeiro volume inteiro do O Capital fosse pouca coisa).
Aula das 10 horas. Internacional II com o professor que, em Internacional III, a maior nota foi 6,2. Ele explicou que suas notas em Internacional III são baixas porquê é uma matéria base para se entender macroeconomia aberta, portanto ele é extremamente exigente. Mas que ele seria um pouco mais folgado em Internac II. O que provavelmente signifique que ele bombe APENAS uns 5 ou 6 (numa classe de 18 alunos).
Também avisou que ele anula (zero!) questões em que os alunos cometam erros "bobos". Tais como confundir nomes de presidentes ou datas, escrever nomes de personalidades errado ou dar dados estatísticos errados, ou muito vagos. Esses são, basicamente, meus erros mais comuns.
2 horas da tarde. Aula de Russo I. Segunda aula. Na primeira, ela apenas se apresentou e saiu antes de passados 20 minutos; já que tinha uma reunião a respeito de um congresso. Enfim, como era a primeira aula, a gente espera que ela pegue leve.
Ela entrou as 2:10. Só falou português as 3:50. O que ela falou? "Alguma dúvida?". Isso mesmo! Ela deu a nossa PRIMEIRA aula de RUSSO (uma língua super fácil...) falando tão somente RUSSO. Ainda fez questão de ensinar as pessoas no caso reto, obliquo e o cassete; fora o alfabeto cirílico. Tudo em RUSSO, vale enfatizar.
A única coisa boa do dia foi assistir Olga com o Uilian depois da aula. Como desgraça pouca é bobagem, várias faixas do cenário do início do filme estão escritas em russo. E o retardado aqui ficou tentando lê-las. Bateu o desespero, óbvio!
Primeira aula da manhã. Começou exatamente as 8:20 (o que é deveras cedo para o professor). Depois de exatas 1 hora e 45 minutos de aula (exato, ele soltou a gente depois que já tinha começado a aula das 10:00), ele avisa que, na segunda, faria uma chamada oral a respeito dos textos que já tinham sido dados. Como eu não havia lido nenhum, descobri minutos depois que isso seriam aproximadamente 150 páginas (como se já ter que ler o primeiro volume inteiro do O Capital fosse pouca coisa).
Aula das 10 horas. Internacional II com o professor que, em Internacional III, a maior nota foi 6,2. Ele explicou que suas notas em Internacional III são baixas porquê é uma matéria base para se entender macroeconomia aberta, portanto ele é extremamente exigente. Mas que ele seria um pouco mais folgado em Internac II. O que provavelmente signifique que ele bombe APENAS uns 5 ou 6 (numa classe de 18 alunos).
Também avisou que ele anula (zero!) questões em que os alunos cometam erros "bobos". Tais como confundir nomes de presidentes ou datas, escrever nomes de personalidades errado ou dar dados estatísticos errados, ou muito vagos. Esses são, basicamente, meus erros mais comuns.
2 horas da tarde. Aula de Russo I. Segunda aula. Na primeira, ela apenas se apresentou e saiu antes de passados 20 minutos; já que tinha uma reunião a respeito de um congresso. Enfim, como era a primeira aula, a gente espera que ela pegue leve.
Ela entrou as 2:10. Só falou português as 3:50. O que ela falou? "Alguma dúvida?". Isso mesmo! Ela deu a nossa PRIMEIRA aula de RUSSO (uma língua super fácil...) falando tão somente RUSSO. Ainda fez questão de ensinar as pessoas no caso reto, obliquo e o cassete; fora o alfabeto cirílico. Tudo em RUSSO, vale enfatizar.
A única coisa boa do dia foi assistir Olga com o Uilian depois da aula. Como desgraça pouca é bobagem, várias faixas do cenário do início do filme estão escritas em russo. E o retardado aqui ficou tentando lê-las. Bateu o desespero, óbvio!
quarta-feira, 25 de agosto de 2004
Não posto faz um tempão. Eu admito. Nada a declarar, por enquanto. Ainda estou precisando de um tempo pra colocar os pensamentos em ordem. Há quase dois meses muita coisa e nada vêm acontecendo comigo.
O tempo em Campinas anda muito seco. Há quase dois meses não chove. Nos últimos três dias andou fechando um céu de nuvens carregadas. Quem sabe chova por esses dias. Quem sabe a chuva traga melhora. Quem sabe a chuva seja solução...
Ouvindo: Elis Regina - No dia em que eu vim-me embora.
O tempo em Campinas anda muito seco. Há quase dois meses não chove. Nos últimos três dias andou fechando um céu de nuvens carregadas. Quem sabe chova por esses dias. Quem sabe a chuva traga melhora. Quem sabe a chuva seja solução...
Ouvindo: Elis Regina - No dia em que eu vim-me embora.
domingo, 22 de agosto de 2004
Novidades quentíssimas! Babados fortíssimos! E tudo isso no mesmo dia.
A novidade quentíssima é que eu tomei vergonha na cara (ou aderí à moda, como bem quiserem) e criei um flog. Por enquanto só com uma foto. Mas ainda vai melhorar, ao longo do tempo. Vou colocar o endereço abaixo:
http://opontocego.flogbrasil.terra.com.br
Agora, o babado realmente é forte. Mas eu não posso contar. Se ficaram com raiva, me xingando absurdamente por dar trela e cair fora, coloquem-se no meu lugar. Não é bem pior saber um baita de um bafão e ter que se manter de boca fechada.
Só espero que consiga. Ou então eu conto pra quem não tem nenhum conhecimento de nenhum integrante da história. Só pra fins de desabafos.
Ah, e eu estou com uma preguiça do caramba de voltar pra Campinas amanhã. As aulas nem começaram e eu já preciso de férias. Vai entender...
A novidade quentíssima é que eu tomei vergonha na cara (ou aderí à moda, como bem quiserem) e criei um flog. Por enquanto só com uma foto. Mas ainda vai melhorar, ao longo do tempo. Vou colocar o endereço abaixo:
http://opontocego.flogbrasil.terra.com.br
Agora, o babado realmente é forte. Mas eu não posso contar. Se ficaram com raiva, me xingando absurdamente por dar trela e cair fora, coloquem-se no meu lugar. Não é bem pior saber um baita de um bafão e ter que se manter de boca fechada.
Só espero que consiga. Ou então eu conto pra quem não tem nenhum conhecimento de nenhum integrante da história. Só pra fins de desabafos.
Ah, e eu estou com uma preguiça do caramba de voltar pra Campinas amanhã. As aulas nem começaram e eu já preciso de férias. Vai entender...
sexta-feira, 20 de agosto de 2004
Eu tinha feito um mega-post esses dias. Sabe daquelas vezes que baixa o santo e você começa a escrever desesperadamente. Falei sobre "O dia que o Universo tirou para me ensinar o valor de 5 centavos". O grande problema é que eu salvei num disquete (para postar pelo pc da facul) e não faço a menor idéia de onde guardei.
Enquanto eu não acho, vou deixar uma reflexão minha ao conhecer minha professora de Russo I, hoje após o almoço.
"Não querendo estereotipar nem nada, mas ela realmente me parece que entornou a wodka antes de vir pra aula..."
Enquanto eu não acho, vou deixar uma reflexão minha ao conhecer minha professora de Russo I, hoje após o almoço.
"Não querendo estereotipar nem nada, mas ela realmente me parece que entornou a wodka antes de vir pra aula..."
quinta-feira, 12 de agosto de 2004
Sub-produtos de uma manhã na academia:
- "São 6:15 da manhã e esse distinto está, na esteira, correndo em velocidade 10. Não sei como aguenta o resto do dia."
- "Quem foi o imbecil que colocou esse cd da Ana Carolina?"
- "Ué! Cadê o bebedouro que ficava aqui?"
- "Essa véia não me é estranha. Mas não lembro de onde eu a conheço. Ah, já sei! A moça da secretaria me contou que ela, uma vez, dormiu enquanto fazia bicicleta."
- "Deixa eu ver o que tenho que fazer agora. Quatro séries de quinze de rosca alternada com dez quilos em cada braço. Nem fodendo. Vou fazer abdominal."
- "Lá vai aquela patty loira escrota pra aula de step. Com certeza, ela deve ter algum namorado marombado tão simpático quanto ela."
- "Chegou! Chegou cedo, até. Quando me perguntarem o que me motiva a acordar as 5:30 da manhã pra vir pra academia; eu vou apontar pra você e dizer: isso!"
- "Num aguento mais esse cd da Ana Carolina. Deixa eu tentar pensar em alguma música agitada. Axé. Afe, não estou me lembrando de nenhuma letra pra cantarolar. E não sei se fico feliz ou triste por causa disso."
- "Agora cê fica fazendo exercício se insinuando pra mim, né?! Num mexe com fogo, não, amore..."
- "Tá bem de saúde, ein, filho. Agora, dá pra parar de se exibir e liberar o aparelho?"
- "Eu me lembro de você. Você é aquele que, semana passada, tava de moleton branco e não parava de me secar. Hoje taí, com essa calça de moleton enfiada do rabo. Peraí, eu conheço essa camiseta. É da Capézio. Então, a partir de hoje, você vai se chamar "bailarino". Isso, bailarino!"
- "Pelamordedeus, quanto você quer pra raspar esse cavanhaque ridículo?"
- "Tá olhando o quê, palhaço!"
- "Eu pedi pra nascer feio. Mas essa aí implorou!"
- "Vai demorar muito no aparelho, piranha?!"
- "Por quê eles deixam esse aparelho horroroso no canto. Daí você vai fazer e tem que ficar com a bunda mirando o resto da academia. Coisa desagradável. O duro é que deve ter gente que gosta de fazer. Ela, por exemplo."
- "Nossa, como tem bee nessa academia, hoje. Deve ser algum Gay Day e eu não estou sabendo"
- "Olha aquele cara fazendo alongamento, que sem noção! Se eu abrir as pernas daquele jeito; tenho que sair correndo pegar meus colhões ladeira abaixo."
- "Nossa, não podia ter comprado um short um pouco mais agarrado, não?! Agora fica aí desfilando. Cachorra!"
- "Quem inventou esse exercício devia ter parte com o demo!"
- "Mais na cara que eu estou te secando, impossível, babe."
- "Que susto! Quem foi o imbecil que derrubou os pesos no chão? Ah, só podia ser você, mesmo!"
- "Ah, eu lembro dessa menina. Foi ela quem, semana passada, me perguntou se eu fazia economia na Unicamp. Com a maior cara de bunda eu disse que sim. Motivo? Eu estava com uma camiseta escrito, em letras garrafais, BIXO 2002 ECONOMIA UNICAMP"
- "Um. Dois. Três. Quatro. Cinco. Putaqueopariu. Dez. Doze. Quinte. Pronto!"
- Na academia tem uma corrente de vento que vem da rua e sobe justamente na área da barra de alongamento. Claro que quando eu estava me alongando ela veio. Acabou levantando a minha camiseta indecentemente. Eu tirei uma das mãos da barra para baixar. Só que se eu segurasse a frente, subiam as costas e vice-versa. Foi o meu momento Marilyn Monroe.
- "Agora eu teria que fazer meia hora de corrida na esteira. Ou eu posso fazer os abdominais inferiores e correr pra casa."
- "Nossa, o que que é isso na minha bunda? Olha, é uma mão. E tá apertando. Quem será que é? Ah, é o bailarino. Discreto..."
- "É, esse barulho é o meu estômago, mesmo. Eu tô azul calcinha de tanta fome."
- "Meu amore está indo embora. Hoje de encerrar, por hoje, e sair correndo pra poder secar mais de perto."
- "São 6:15 da manhã e esse distinto está, na esteira, correndo em velocidade 10. Não sei como aguenta o resto do dia."
- "Quem foi o imbecil que colocou esse cd da Ana Carolina?"
- "Ué! Cadê o bebedouro que ficava aqui?"
- "Essa véia não me é estranha. Mas não lembro de onde eu a conheço. Ah, já sei! A moça da secretaria me contou que ela, uma vez, dormiu enquanto fazia bicicleta."
- "Deixa eu ver o que tenho que fazer agora. Quatro séries de quinze de rosca alternada com dez quilos em cada braço. Nem fodendo. Vou fazer abdominal."
- "Lá vai aquela patty loira escrota pra aula de step. Com certeza, ela deve ter algum namorado marombado tão simpático quanto ela."
- "Chegou! Chegou cedo, até. Quando me perguntarem o que me motiva a acordar as 5:30 da manhã pra vir pra academia; eu vou apontar pra você e dizer: isso!"
- "Num aguento mais esse cd da Ana Carolina. Deixa eu tentar pensar em alguma música agitada. Axé. Afe, não estou me lembrando de nenhuma letra pra cantarolar. E não sei se fico feliz ou triste por causa disso."
- "Agora cê fica fazendo exercício se insinuando pra mim, né?! Num mexe com fogo, não, amore..."
- "Tá bem de saúde, ein, filho. Agora, dá pra parar de se exibir e liberar o aparelho?"
- "Eu me lembro de você. Você é aquele que, semana passada, tava de moleton branco e não parava de me secar. Hoje taí, com essa calça de moleton enfiada do rabo. Peraí, eu conheço essa camiseta. É da Capézio. Então, a partir de hoje, você vai se chamar "bailarino". Isso, bailarino!"
- "Pelamordedeus, quanto você quer pra raspar esse cavanhaque ridículo?"
- "Tá olhando o quê, palhaço!"
- "Eu pedi pra nascer feio. Mas essa aí implorou!"
- "Vai demorar muito no aparelho, piranha?!"
- "Por quê eles deixam esse aparelho horroroso no canto. Daí você vai fazer e tem que ficar com a bunda mirando o resto da academia. Coisa desagradável. O duro é que deve ter gente que gosta de fazer. Ela, por exemplo."
- "Nossa, como tem bee nessa academia, hoje. Deve ser algum Gay Day e eu não estou sabendo"
- "Olha aquele cara fazendo alongamento, que sem noção! Se eu abrir as pernas daquele jeito; tenho que sair correndo pegar meus colhões ladeira abaixo."
- "Nossa, não podia ter comprado um short um pouco mais agarrado, não?! Agora fica aí desfilando. Cachorra!"
- "Quem inventou esse exercício devia ter parte com o demo!"
- "Mais na cara que eu estou te secando, impossível, babe."
- "Que susto! Quem foi o imbecil que derrubou os pesos no chão? Ah, só podia ser você, mesmo!"
- "Ah, eu lembro dessa menina. Foi ela quem, semana passada, me perguntou se eu fazia economia na Unicamp. Com a maior cara de bunda eu disse que sim. Motivo? Eu estava com uma camiseta escrito, em letras garrafais, BIXO 2002 ECONOMIA UNICAMP"
- "Um. Dois. Três. Quatro. Cinco. Putaqueopariu. Dez. Doze. Quinte. Pronto!"
- Na academia tem uma corrente de vento que vem da rua e sobe justamente na área da barra de alongamento. Claro que quando eu estava me alongando ela veio. Acabou levantando a minha camiseta indecentemente. Eu tirei uma das mãos da barra para baixar. Só que se eu segurasse a frente, subiam as costas e vice-versa. Foi o meu momento Marilyn Monroe.
- "Agora eu teria que fazer meia hora de corrida na esteira. Ou eu posso fazer os abdominais inferiores e correr pra casa."
- "Nossa, o que que é isso na minha bunda? Olha, é uma mão. E tá apertando. Quem será que é? Ah, é o bailarino. Discreto..."
- "É, esse barulho é o meu estômago, mesmo. Eu tô azul calcinha de tanta fome."
- "Meu amore está indo embora. Hoje de encerrar, por hoje, e sair correndo pra poder secar mais de perto."
terça-feira, 10 de agosto de 2004
Rapidíssima!!
Estou de volta à Campinas. Cheguei hoje pela manhã. Fiquei rondando a tarde toda pelo shopping Dom Pedro; esperando a hora do meu exame médico. Como não tinha nada a fazer, resolvi comprar um presente de aniversário super-adiantado (pra moi, lógico!): uma câmera digital.
Isso mesmo. Resolvi usar o dinheiro da minha bolsa em algo decente. Tá certo que agora, até Outubro eu não posso pensar em comprar mais uma bala. Mas a gente supera. Vai valer a pena. Altas fotinhas por aí...
O posto tá super pequeno, eu sei. Mas é que eu preciso escrever um artigo até amanhã. Então depois eu escrevo alguma coisa decente...
Estou de volta à Campinas. Cheguei hoje pela manhã. Fiquei rondando a tarde toda pelo shopping Dom Pedro; esperando a hora do meu exame médico. Como não tinha nada a fazer, resolvi comprar um presente de aniversário super-adiantado (pra moi, lógico!): uma câmera digital.
Isso mesmo. Resolvi usar o dinheiro da minha bolsa em algo decente. Tá certo que agora, até Outubro eu não posso pensar em comprar mais uma bala. Mas a gente supera. Vai valer a pena. Altas fotinhas por aí...
O posto tá super pequeno, eu sei. Mas é que eu preciso escrever um artigo até amanhã. Então depois eu escrevo alguma coisa decente...
quarta-feira, 4 de agosto de 2004
Finalmente tomei vergonha na cara e voltei a fazer academia. Naquela perto de casa, mesmo. Consegui achar um horário bom: logo as 6, 7 da manhã. Isso mesmo. Nesse horário, tem muito pouca gente: meia-dúzia de velhas muito engraçadas e alguma "paisagem". E bota paisagem nisso. Dá de 20 na turminha do horário pop.
O ruim disso é que eu volto a acordar quase que todo dia dolorido. O bom foi que depois de 15 minutos da aula de Abdominais eu prometí aos céus que nunca mais me aproximaria de nada de fritura, cerveja com amendoim ou similares...
Ah, outra coisa. Os hippongas que moravam no apartamento ao lado se mudaram. Entrou, agora, um casal. Com uma criança de menos de um ano. E que pulmão o desgraçado tem. O rebento grita tanto que dá até inveja. Eu queria conseguir gritar como ele. Eu só espero que possa voltar a ter uma noite de sono sem interrupções.
O ruim disso é que eu volto a acordar quase que todo dia dolorido. O bom foi que depois de 15 minutos da aula de Abdominais eu prometí aos céus que nunca mais me aproximaria de nada de fritura, cerveja com amendoim ou similares...
Ah, outra coisa. Os hippongas que moravam no apartamento ao lado se mudaram. Entrou, agora, um casal. Com uma criança de menos de um ano. E que pulmão o desgraçado tem. O rebento grita tanto que dá até inveja. Eu queria conseguir gritar como ele. Eu só espero que possa voltar a ter uma noite de sono sem interrupções.
segunda-feira, 2 de agosto de 2004
Notícias de última hora. A Unicamp resolveu mudar o calendário do segundo semestre. Isso significa que por causa daquele bando de vagabundos sem-vergonha que ficou meio semestre em greve, as nossas aulas (de quem não estava em greve) só começam dia 19 de agosto. Numa dessas, eu já mandei encomendar o meu trenó e roupa de papai-noel pra vestir durante as provas finais.
Ah, claro que o cardápio da ceia inclui "Peru à Keynesiana" e "Salada de Nabo".
Ah, claro que o cardápio da ceia inclui "Peru à Keynesiana" e "Salada de Nabo".
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