"Strapped down and heavy, tied up and bound.This weight I carry, this weightI've found. So, let me be the one to say I've really had enough. Downfallen on (Yes, you meant the world to me). My sweet love, so headstrong. Are you strong?. One time too many you've let me down. Won't think what could be. Can't feel much now. Downfallen on (Yes, you meant the world to me). My sweet love, so headstrong. Are you strong? Does it realy meant that much to you? To hide your fear, to test the way I feel. To test the way I fell, to test the way I feel. Watch me fall. Watch me break. Watch me crawl. Watch me throw it all away. Downfallen on (Yes, you meant the world to me). My sweet love, so headstrong. Are you strong? I can't believe the things you say. So wrong for how I feel this way. I'm sleeping to relieve this strain. So calmly, slowly, softly, just let it all just drift away. Let it all just drift away..."
Porque eu não tenho sangue de barata. E, por mais que eu não queira, hoje é um dos dias em que eu ando com a placa "cuidado, cão bravo" pendurada no pescoço.
Respeito é bom, eu gosto, e mantém seus dentes na boca...
terça-feira, 30 de novembro de 2004
quinta-feira, 25 de novembro de 2004
"É só me recompor. Mas eu não sei quem sou. Me falta um pedaço teu. Preciso me achar. Mas em qualquer lugar, estou rodando sem direção. Eu vou. Eu chego sem radar. Voando a procurar, quem sabe, um indício teu. Queimando toda a fé. Seja o que Deus quiser, eu sei. Que amargo é o mundo sem você. Você me entorpeceu e desapareceu. Vou ficando sem ar. O mundo me esqueceu. Meu sol escureceu. Vou ficando sem ar, esperando você voltar. Escrevendo minha própria lei. Desesperadamente eu sei. Tentando aliviar. Tentando não chorar. Por mais que eu tente esquecer, memórias de enlouquecer. Minha certeza é você. Você me entorpeceu e desapareceu. Vou ficando sem ar. O mundo me esqueceu. Meu sol escureceu. Vou ficando sem ar, esperando você voltar."
Porque hoje eu acordei muito triste. E não sei exatamente o porquê. Hoje eu só precisava que alguém me abraçasse e falasse que "tudo iria dar certo; tudo ia acabar bem". Mas ninguém fez isso.
Porque hoje eu acordei muito triste. E não sei exatamente o porquê. Hoje eu só precisava que alguém me abraçasse e falasse que "tudo iria dar certo; tudo ia acabar bem". Mas ninguém fez isso.
Considerações acerca da minha carreira como economista.
Meu CR atual: 0,6052
Minha situação atual:
INTERNACIONAL II: Prof Presser: Nota da primeira prova: 2,0. Nota da segunda prova: 0,0. Terceira prova: mais ou menos, mais pra mais; ele ainda não corrigiu. Recuperação da segunda prova: mais ou menos, mais pra menos; também não corrigiu. Minha média atual, de 5 pontos possíveis de se ter acumulado: 0,4.
POLÍTICA II: Prof Nelson Prado: Nota das 2 primeiras provinhas: 4,0 e 1,0, respectivamente. Nota da primeira provona: 3,0. Ainda não dá pra fazer a média. Mas dá pra se ter uma idéia da situação.
Frente à isso, percebe-se que 2 bombas são praticamente certas. O que vai diminuir consideravelmente meu CR. Como a simpática da coordenadora não assina estágio pra quem tem CR menor do que 0,6; aqui vão minhas perspectivas de emprego pós-faculdade nas seguintes empresas:
BNDES - boy do café
CÂMARA DE COMÉRCIO (qualquer país. Mas eu queria Rússia) - manobrista
BANCO CENTRAL DO BRASIL - tio do banheiro
CONSULTORIAS DIVERSAS - carinha do xerox
3M - porteiro
FAPESP, CNPq, ou qualquer outro órgão financiador de pesquisas - faxineiro
CARREFOUR, WALL MART ou CBD (vulgo Pão de Açucar) - empacotador
MULTINACIONAIS DIVERSAS - autenticador de documentos
Pois é. Basicamente, é isso.
Meu CR atual: 0,6052
Minha situação atual:
INTERNACIONAL II: Prof Presser: Nota da primeira prova: 2,0. Nota da segunda prova: 0,0. Terceira prova: mais ou menos, mais pra mais; ele ainda não corrigiu. Recuperação da segunda prova: mais ou menos, mais pra menos; também não corrigiu. Minha média atual, de 5 pontos possíveis de se ter acumulado: 0,4.
POLÍTICA II: Prof Nelson Prado: Nota das 2 primeiras provinhas: 4,0 e 1,0, respectivamente. Nota da primeira provona: 3,0. Ainda não dá pra fazer a média. Mas dá pra se ter uma idéia da situação.
Frente à isso, percebe-se que 2 bombas são praticamente certas. O que vai diminuir consideravelmente meu CR. Como a simpática da coordenadora não assina estágio pra quem tem CR menor do que 0,6; aqui vão minhas perspectivas de emprego pós-faculdade nas seguintes empresas:
BNDES - boy do café
CÂMARA DE COMÉRCIO (qualquer país. Mas eu queria Rússia) - manobrista
BANCO CENTRAL DO BRASIL - tio do banheiro
CONSULTORIAS DIVERSAS - carinha do xerox
3M - porteiro
FAPESP, CNPq, ou qualquer outro órgão financiador de pesquisas - faxineiro
CARREFOUR, WALL MART ou CBD (vulgo Pão de Açucar) - empacotador
MULTINACIONAIS DIVERSAS - autenticador de documentos
Pois é. Basicamente, é isso.
domingo, 21 de novembro de 2004
Ainda que sobre a luz e a sombra, não há nada o que dizer. São esses dias quem se passam. Que passaram. Que passarão. São as noites iluminadas e os dias escuros. E o tempo em que um se mescla, se confunde com o outro. E não sabemos mais dizer se é dia, ou se é noite.
É sobre cada uma das estrelas. E todas as constelações ao mesmo tempo. São as mesmas que guiavam os navagadores. Agora elas nem brilhar não brilham. Se não desaparecem, explodem no céu.
O relógio não bate mais segundo o tempo. Pois é na hora que vira dia que o dia vira hora. E o dia não sabe nada sobre quantas horas se passaram. O tempo mata meio que completamente. Aos poucos e por inteiro. E as batidas das horas ecoam por meus ouvidos; só pra me fazer lembrar.
A música desafina. Tocar, não toco. Ouço o silêncio pois a inquietude me impede de fazer qualquer outra coisa que não me encolher e me esconder.
É sobre tudo isso. Sobre nada disso. Sobre o sol que me queimou os olhos e o bálsamo da vida. Sobre aquilo que te mata e faz viver. Pois nem da vida sei. Nem da morte. Vivo. Mas não sei mais viver...
É sobre cada uma das estrelas. E todas as constelações ao mesmo tempo. São as mesmas que guiavam os navagadores. Agora elas nem brilhar não brilham. Se não desaparecem, explodem no céu.
O relógio não bate mais segundo o tempo. Pois é na hora que vira dia que o dia vira hora. E o dia não sabe nada sobre quantas horas se passaram. O tempo mata meio que completamente. Aos poucos e por inteiro. E as batidas das horas ecoam por meus ouvidos; só pra me fazer lembrar.
A música desafina. Tocar, não toco. Ouço o silêncio pois a inquietude me impede de fazer qualquer outra coisa que não me encolher e me esconder.
É sobre tudo isso. Sobre nada disso. Sobre o sol que me queimou os olhos e o bálsamo da vida. Sobre aquilo que te mata e faz viver. Pois nem da vida sei. Nem da morte. Vivo. Mas não sei mais viver...
sábado, 20 de novembro de 2004
Raiva. Muita Raiva.
Raiva por estar com uma bomba praticamente certa de Internacional II. Mesmo que eu esteja sabendo quase quatro vezes mais do que as pessoas que vão fechar com 9,0 no Maciel.
Raiva pela festa horrível da Economia. Dinheiro gasto à toa.
Raiva por ter que ler um livro em italiano explicando Marx. E eu odeio ler italiano (apesar de adorar a língua). Odeio ainda mais Marx.
Raiva do Baltar.
Raiva pelo meu dinheiro estar descendo ralo abaixo sem que eu perceba.
Raiva por não falar há quase uma semana com o Úci.
Raiva por ter levado bolo do pessoal.
Raiva por ter que limpar decentemente meu apartamento (meus pais vão vir me visitar amanhã).
Raiva por não ter e não saber sobre o que escrever.
Raiva por não ter quem eu quero aqui do meu lado.
Raiva pelo Leo estar voltando à Bélgica.
Raiva de mim mesmo.
Raiva da minha incompetência.
Raiva da minha inutilidade.
Raiva da minha falta de sorte.
Raiva da minha conta bancária.
Raiva de não ter férias.
Raiva do mundo.
Raiva da humanidade.
Raiva por estar com uma bomba praticamente certa de Internacional II. Mesmo que eu esteja sabendo quase quatro vezes mais do que as pessoas que vão fechar com 9,0 no Maciel.
Raiva pela festa horrível da Economia. Dinheiro gasto à toa.
Raiva por ter que ler um livro em italiano explicando Marx. E eu odeio ler italiano (apesar de adorar a língua). Odeio ainda mais Marx.
Raiva do Baltar.
Raiva pelo meu dinheiro estar descendo ralo abaixo sem que eu perceba.
Raiva por não falar há quase uma semana com o Úci.
Raiva por ter levado bolo do pessoal.
Raiva por ter que limpar decentemente meu apartamento (meus pais vão vir me visitar amanhã).
Raiva por não ter e não saber sobre o que escrever.
Raiva por não ter quem eu quero aqui do meu lado.
Raiva pelo Leo estar voltando à Bélgica.
Raiva de mim mesmo.
Raiva da minha incompetência.
Raiva da minha inutilidade.
Raiva da minha falta de sorte.
Raiva da minha conta bancária.
Raiva de não ter férias.
Raiva do mundo.
Raiva da humanidade.
quinta-feira, 18 de novembro de 2004
terça-feira, 16 de novembro de 2004
Apresento-lhes meus vizinhos. Ou, também pode ser chamado de "meu lado fofoqueiro".
Domingo saí pra balada. Dancei muito mesmo e voltei pra casa já se passavam das 6 horas. Fiquei enrolando (entre comer, tomar banho, ouvir música e esperar o sono chegar) e acabei indo dormir só bem depois das 8. Dormí. Profundamente. Acordo no outro dia, super assustado. Na casa ao lado do prédio (que dá de frente com a minha janela, que é no primeiro andar) o maior barraco rolava. Digno de Ratinho. Olhei para o relógio e eram 11:30. Eis o que foi que me acordou
VÓ: Você é uma puta. É uma biscatinha.
FILHA (aos prantos): Não me chama de biscate, vó. Pai, não deixa ela me chamar de biscate.
PAI: Mas você É uma biscate. É uma sem-vergonha, isso sim.
FILHA: Pára, pai! Num fala assim comigo.
PAI: Eu falo mesmo. Que pouca vergonha esse tipo de coisa.
MÃE: Era o namorado dela.
VÓ: Namorado nada. Essa piranha traz um homem diferente a cada semana aqui. Isso já tá pior que puteiro.
MÃE: Não fala assim da minha filha!
VÓ: Eu falo da maneira que eu quiser. Você botou o maior chifre no bosta do meu filho e fugiu com um zé mané. Quem teve que criar a menina fui eu. Então, se eu quiser chamar ela de biscate, eu chamo. Se quiser chamar você, eu chamo. Eu chamo quem eu quiser do que eu quiser porquê quem manda nessa pocilga sou eu.
Vale dizer que daí pra frente o nível da conversa baixou para patamares que eu não lembrava que existiam. Não conseguí voltar a dormir. Fiquei acordado ouvindo o quebra-pau. Vale dizer que foi muito engraçado. A roupa suja foi lavada aos montes. E, numa dessas, eu já tô sabendo de altíssimos podres dos meus vizinhos...
Domingo saí pra balada. Dancei muito mesmo e voltei pra casa já se passavam das 6 horas. Fiquei enrolando (entre comer, tomar banho, ouvir música e esperar o sono chegar) e acabei indo dormir só bem depois das 8. Dormí. Profundamente. Acordo no outro dia, super assustado. Na casa ao lado do prédio (que dá de frente com a minha janela, que é no primeiro andar) o maior barraco rolava. Digno de Ratinho. Olhei para o relógio e eram 11:30. Eis o que foi que me acordou
VÓ: Você é uma puta. É uma biscatinha.
FILHA (aos prantos): Não me chama de biscate, vó. Pai, não deixa ela me chamar de biscate.
PAI: Mas você É uma biscate. É uma sem-vergonha, isso sim.
FILHA: Pára, pai! Num fala assim comigo.
PAI: Eu falo mesmo. Que pouca vergonha esse tipo de coisa.
MÃE: Era o namorado dela.
VÓ: Namorado nada. Essa piranha traz um homem diferente a cada semana aqui. Isso já tá pior que puteiro.
MÃE: Não fala assim da minha filha!
VÓ: Eu falo da maneira que eu quiser. Você botou o maior chifre no bosta do meu filho e fugiu com um zé mané. Quem teve que criar a menina fui eu. Então, se eu quiser chamar ela de biscate, eu chamo. Se quiser chamar você, eu chamo. Eu chamo quem eu quiser do que eu quiser porquê quem manda nessa pocilga sou eu.
Vale dizer que daí pra frente o nível da conversa baixou para patamares que eu não lembrava que existiam. Não conseguí voltar a dormir. Fiquei acordado ouvindo o quebra-pau. Vale dizer que foi muito engraçado. A roupa suja foi lavada aos montes. E, numa dessas, eu já tô sabendo de altíssimos podres dos meus vizinhos...
sábado, 13 de novembro de 2004
"Eu perco o chão, eu não acho as palavras. Eu ando tão triste, eu ando pela sala. Eu perco a hora, eu chego no fim. Eu deixo a porta aberta. Eu não moro mais em mim. Eu perco a chave de casa. Eu perco o freio. Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio. Onde será que você está agora? "
Porque há dias eu não falo com você. E isso me parece uma eternidade.
Porque eu não sei mais como você anda. E, nisso, acabo manco.
Porque hoje eu tive medo. E não sei mais rezar para afastar meus demônios.
Porque hoje eu escreví o quarto e-mail. E não tive coragem de mandar nenhum deles.
Porque eu sou inseguro. E não ando encontrando meu apoio.
Porque está tudo no silêncio. E eu quero te ligar pra ouvir sua voz.
Porque hoje eu precisei de você. E você não estava aqui pra me dizer que daqui não sairia.
Porque há dias eu não falo com você. E isso me parece uma eternidade.
Porque eu não sei mais como você anda. E, nisso, acabo manco.
Porque hoje eu tive medo. E não sei mais rezar para afastar meus demônios.
Porque hoje eu escreví o quarto e-mail. E não tive coragem de mandar nenhum deles.
Porque eu sou inseguro. E não ando encontrando meu apoio.
Porque está tudo no silêncio. E eu quero te ligar pra ouvir sua voz.
Porque hoje eu precisei de você. E você não estava aqui pra me dizer que daqui não sairia.
sexta-feira, 12 de novembro de 2004
10 Situações corriqueiras e maneiras de se comportar frente à elas num churrasco da economia
1-) VOCÊ CHEGA E AS PESSOAS VÃO FALAR COM VOCÊ.
Fale com todas na maior naturalidade. Nenhuma delas vai olhar na tua cara amanhã. Nem você na delas. Mas, ao menos, valeu o social.
2-) TE PEDEM UM CIGARRO.
Diga que acabou. Mesmo que segundos depois você pegue outro. Na dúvida, ou falta de cara de pau, deixe o maço com algum amigo.
3-) TENTAM TE JOGAR NA PISCINA.
Invente alguma história, de celular no bolso até peste bubônica, vale tudo. Caso nada funcione, esperneie e estapeie todos os "estranhos" que se aproximarem.
4-) TEM CARNE.
Duvide da procedência. É sempre bom ir muito bem alimentado.
5-) PEDEM QUE VOCÊ TOQUE ALGUMA COISA (INSTRUMENTO MUSICAL).
Não toque.
6-) TE PERGUNTAM SE VOCÊ FICOU COM A SUA AMIGA (QUE VOCÊ ESTAVA ABRAÇANDO SEGUNDOS ANTES).
Confirme. Aproveite e comece a contar todos os casos de orgias, fantasias sexuais e sexo selvagem que vocês andaram fazendo. Diga que pretendem se casar em 3 meses, antes que a gravidez dela se torne aparente. São gêmeos.
7-) PESSOAS BÊBADAS PEDEM CARONA NA VOLTA.
Negue. Seu carro está lotado. Mesmo que você pretenda voltar sozinho.
8-) TE PERGUNTAM COMO ANDAM AS SUAS NOTAS.
Mude de assunto.
9-) TEM CERVEJA.
Ajoelhe e reze.
10-) A CERVEJA ESTÁ GELADA.
Saia de fininho da casa. Você entrou no churrasco errado.
1-) VOCÊ CHEGA E AS PESSOAS VÃO FALAR COM VOCÊ.
Fale com todas na maior naturalidade. Nenhuma delas vai olhar na tua cara amanhã. Nem você na delas. Mas, ao menos, valeu o social.
2-) TE PEDEM UM CIGARRO.
Diga que acabou. Mesmo que segundos depois você pegue outro. Na dúvida, ou falta de cara de pau, deixe o maço com algum amigo.
3-) TENTAM TE JOGAR NA PISCINA.
Invente alguma história, de celular no bolso até peste bubônica, vale tudo. Caso nada funcione, esperneie e estapeie todos os "estranhos" que se aproximarem.
4-) TEM CARNE.
Duvide da procedência. É sempre bom ir muito bem alimentado.
5-) PEDEM QUE VOCÊ TOQUE ALGUMA COISA (INSTRUMENTO MUSICAL).
Não toque.
6-) TE PERGUNTAM SE VOCÊ FICOU COM A SUA AMIGA (QUE VOCÊ ESTAVA ABRAÇANDO SEGUNDOS ANTES).
Confirme. Aproveite e comece a contar todos os casos de orgias, fantasias sexuais e sexo selvagem que vocês andaram fazendo. Diga que pretendem se casar em 3 meses, antes que a gravidez dela se torne aparente. São gêmeos.
7-) PESSOAS BÊBADAS PEDEM CARONA NA VOLTA.
Negue. Seu carro está lotado. Mesmo que você pretenda voltar sozinho.
8-) TE PERGUNTAM COMO ANDAM AS SUAS NOTAS.
Mude de assunto.
9-) TEM CERVEJA.
Ajoelhe e reze.
10-) A CERVEJA ESTÁ GELADA.
Saia de fininho da casa. Você entrou no churrasco errado.
quinta-feira, 11 de novembro de 2004
terça-feira, 9 de novembro de 2004
Que eu adoro vento não é novidade pra ninguém. Que, em Campinas, venta pra burro; também é de conhecimento popular. Porém, hoje, aconteceu um fato que conseguiu unir minha paixão pelo vento com o meu lado, digamos, sádico. Deixa eu contar...
Estava eu, berando as 7 da noite, voltando da padaria. Andava pela Av Santa Isabel. Do outro lado da rua, eu vejo uma menina passar, toda distraída, carregando um fichário cheio de folhas soltas (como já era perceptível). Eis que a anta tropeça na calçada e cai bonito no chão. O fichário voou metros a frente e caiu de cabeça para baixo. Ventava bastante, não preciso dizer. A moça se levantou como quem quer desesperadamente disfarçar o ocorrido (nisso já despontava um riso no meu rosto). Daí, a asna resolveu pegar o fichário. Exatamente e somente isso. Ela puxou o fichário dela do chão, deixando um monte de folhas na calçada.
Lógico que, bem nessa hora, bateu uma rajada de vento e levantou quase que todas as folhas da garota. Ela, desesperada, corria pela calçada tentando pegar algumas delas. A maioria acabou voando avenida atrás.
Daí foi que eu não me aguentei. Comecei a rir na altura da padaria e só parei quando cheguei em casa.
Foi bom pra animar meu dia...
Estava eu, berando as 7 da noite, voltando da padaria. Andava pela Av Santa Isabel. Do outro lado da rua, eu vejo uma menina passar, toda distraída, carregando um fichário cheio de folhas soltas (como já era perceptível). Eis que a anta tropeça na calçada e cai bonito no chão. O fichário voou metros a frente e caiu de cabeça para baixo. Ventava bastante, não preciso dizer. A moça se levantou como quem quer desesperadamente disfarçar o ocorrido (nisso já despontava um riso no meu rosto). Daí, a asna resolveu pegar o fichário. Exatamente e somente isso. Ela puxou o fichário dela do chão, deixando um monte de folhas na calçada.
Lógico que, bem nessa hora, bateu uma rajada de vento e levantou quase que todas as folhas da garota. Ela, desesperada, corria pela calçada tentando pegar algumas delas. A maioria acabou voando avenida atrás.
Daí foi que eu não me aguentei. Comecei a rir na altura da padaria e só parei quando cheguei em casa.
Foi bom pra animar meu dia...
domingo, 7 de novembro de 2004
Eu, que sempre gostei de ser sozinho, hoje procuro desesperadamente por pedaços teus.
Eu, que sempre viví para o presente, hoje me agarro às lembraças do passado.
Eu, que sempre fui frio e racional, hoje ando bobo e sentimentalóide.
Eu, que sempre gostei de tomar chuva, hoje sinto os pingos e lembro do toque de seus dedos.
Eu, que sempre acordava e saía para viver o meu dia, hoje me levanto e penso como está você.
Eu, que nunca precisei de atenção, hoje contos os minutos para falar com você.
Eu, que nunca tive medo, hoje chamo por teu nome na noite.
Eu, que nunca fiquei à toa, hoje varo horas parado, só pensando em você.
Eu, que nunca pensei no futuro, hoje faço planos e traço metas.
Eu, que nunca havia deixado ninguém atravessar minhas muralhas, hoje sinto o vazio da sua falta.
Eu, que jamais sofrí de amor, hoje padeço de saudades de teu abraço. Hoje, eu enlouqueço com a falta de teus beijos.
Obscuro.
Eu, que sempre viví para o presente, hoje me agarro às lembraças do passado.
Eu, que sempre fui frio e racional, hoje ando bobo e sentimentalóide.
Eu, que sempre gostei de tomar chuva, hoje sinto os pingos e lembro do toque de seus dedos.
Eu, que sempre acordava e saía para viver o meu dia, hoje me levanto e penso como está você.
Eu, que nunca precisei de atenção, hoje contos os minutos para falar com você.
Eu, que nunca tive medo, hoje chamo por teu nome na noite.
Eu, que nunca fiquei à toa, hoje varo horas parado, só pensando em você.
Eu, que nunca pensei no futuro, hoje faço planos e traço metas.
Eu, que nunca havia deixado ninguém atravessar minhas muralhas, hoje sinto o vazio da sua falta.
Eu, que jamais sofrí de amor, hoje padeço de saudades de teu abraço. Hoje, eu enlouqueço com a falta de teus beijos.
Obscuro.
sábado, 6 de novembro de 2004
Pensei nas pessoas que estão e nas que passaram em minha vida. Resolví dedicar uma frase para cada uma delas. Mesmo que tenha pensado muito mais em umas do que em outras. Mas nem tudo deve ser exposto. Não, não deve...
Eu queria ter acordado mais cedo para poder te desejar boa prova. Eu queria te telefonar, mas não sei o número. Eu queria que você estivesse aqui para poder me sentar com você e contar tudo o que anda acontecendo comigo. Eu queria que você não fosse viajar e que você voltasse a ser meu amigo. Eu queria que você me dissesse que o que fez não tem nada a ver com a minha opinião. Eu queria te ver longe. Eu queria te dizer que não fui eu quem me afastei, você também nunca mais entrou em contato comigo; que raio de amizade é essa que só eu vou atrás. Eu queria estar aí para te dar os parabéns. Eu queria que você soubesse. Eu queria nunca mais precisar te ver na vida. Eu queria ter saído de perto de você. Eu queria não precisar ouvir suas tentativas de ironia para cima de mim. Eu queria que você tomasse uma atitude. Eu queria te pedir desculpas por não ter acreditado em você; mesmo você sendo a única pessoa que me compreende agora.
Tantas são as coisas que eu queria fazer/dizer/poder. Ainda pretendo realizar todas. Mas vou precisar de tempo para caminhar todo esse caminho. Começo aos poucos. Continuo na minha. Sei que vou passar por bons e maus momentos num futuro breve. Não tenho medo. Disso é feito a vida. Disso minha vida é feita.
ps: errata no post passado. Quando escreví "jurar amor DA segunda pessoa", era para ter saído "jurar amor NA segunda pessoa". Parece besteira, mas muda completamente o significado do trecho. Não vou consertar tão cedo. Pra quem quiser, tente ler com esse "conserto mental" que vai ver que muda bastante. Brigadu!
Eu queria ter acordado mais cedo para poder te desejar boa prova. Eu queria te telefonar, mas não sei o número. Eu queria que você estivesse aqui para poder me sentar com você e contar tudo o que anda acontecendo comigo. Eu queria que você não fosse viajar e que você voltasse a ser meu amigo. Eu queria que você me dissesse que o que fez não tem nada a ver com a minha opinião. Eu queria te ver longe. Eu queria te dizer que não fui eu quem me afastei, você também nunca mais entrou em contato comigo; que raio de amizade é essa que só eu vou atrás. Eu queria estar aí para te dar os parabéns. Eu queria que você soubesse. Eu queria nunca mais precisar te ver na vida. Eu queria ter saído de perto de você. Eu queria não precisar ouvir suas tentativas de ironia para cima de mim. Eu queria que você tomasse uma atitude. Eu queria te pedir desculpas por não ter acreditado em você; mesmo você sendo a única pessoa que me compreende agora.
Tantas são as coisas que eu queria fazer/dizer/poder. Ainda pretendo realizar todas. Mas vou precisar de tempo para caminhar todo esse caminho. Começo aos poucos. Continuo na minha. Sei que vou passar por bons e maus momentos num futuro breve. Não tenho medo. Disso é feito a vida. Disso minha vida é feita.
ps: errata no post passado. Quando escreví "jurar amor DA segunda pessoa", era para ter saído "jurar amor NA segunda pessoa". Parece besteira, mas muda completamente o significado do trecho. Não vou consertar tão cedo. Pra quem quiser, tente ler com esse "conserto mental" que vai ver que muda bastante. Brigadu!
quinta-feira, 4 de novembro de 2004
Hoje quando me deitei sentí meus braços em volta de teu torso nu. Beijei-te por mais um vez a nuca. Senti você se arrepiar e ouvi seu riso maroto. Me ajeitei de forma a poder sentir todo o seu corpo no meu. Cheirei teu perfume e alisei seus cabelos. Ouví seu tom calmo, teu som tranqüilo. Alcancei-lhe a boca. Relaxei meus músculos e te ví definhar ao sono.
Quando acordei te ví me olhando. Peguei sua mão e te acariciei os dedos. Roubei mais um beijo (sei que parece demais; mas simplesmente não me cansava disso). Pedí que você se deitasse por cima de mim. Você fez. Pude sentir a batida de seu coração, o peso de seu corpo, o som de teu respiro. Olhei nos seus olhos e ví sua alma. E te abracei. Pedí aos deuses que esse momento nunca se acabasse.
Depois percebí que nada mais era o antes fora. Nada do que via acontecia. Eu me lembrava. Mas sentia.
Quero te ter por perto. Quero te ter pra mim. Quero poder fugir. Eu quero...
O que dizer da vida, da verdade, da realidade? Do contexto, da sintaxe, da sinapse. Padecer e perecer de tanto gostar. Jurar amor da segunda pessoa. Fazer o definido se tornar eterno e atemporal. Perfeição. Por dentro e por fora. Perfeito.
"Eu quero te roubar pra mim. Eu, que não sei pedir nada."
Quando acordei te ví me olhando. Peguei sua mão e te acariciei os dedos. Roubei mais um beijo (sei que parece demais; mas simplesmente não me cansava disso). Pedí que você se deitasse por cima de mim. Você fez. Pude sentir a batida de seu coração, o peso de seu corpo, o som de teu respiro. Olhei nos seus olhos e ví sua alma. E te abracei. Pedí aos deuses que esse momento nunca se acabasse.
Depois percebí que nada mais era o antes fora. Nada do que via acontecia. Eu me lembrava. Mas sentia.
Quero te ter por perto. Quero te ter pra mim. Quero poder fugir. Eu quero...
O que dizer da vida, da verdade, da realidade? Do contexto, da sintaxe, da sinapse. Padecer e perecer de tanto gostar. Jurar amor da segunda pessoa. Fazer o definido se tornar eterno e atemporal. Perfeição. Por dentro e por fora. Perfeito.
"Eu quero te roubar pra mim. Eu, que não sei pedir nada."
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