terça-feira, 1 de novembro de 2005

Não foi o modo como as mãos passavam pelo meu rosto.
Não foi por causa da música.
Não foi nada do que disseram.
Não foi por olhar para a poltrona vazia.
Não foi pelo carinho enquanto dormia.
Não foi por tocar Nazarethiana.
Não foi a chuva.
Não foi por rir do nada.

Foi o cheiro de alecrim nas minhas mãos.

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