Canta um jazz pra mim, moço.
Canta um jazz; que quero ouvir tua solidão gritando em tua voz aguda e não rouca.
Canta; deixa que tua alma grite tuas dores até que tua voz aguda fique rouca.
E rouco, canta; que entre os colchetes teus olhos me mostrarão tua real tristeza.
Canta um jazz pra mim e me deixe ver-te humano.
Mostra-te humano e deixa-me tocar um jazz pra ti.
Deixa que meus dedos toquem sustenidos com a vontade que tenho de tocar-te os ombros.
Deixa-me provar que hortelã e alecrim compõem um jazz à voz e piano.
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