terça-feira, 18 de agosto de 2009

I get alone without you very well
Of course, I do
Except when soft rains fall
And drip from leaves then I recall
The thrill of being sheltered
In your arms
Of course, I do
But I get alone without you very well

I've forgotten you
Just like I said I would
Of course, I have
Or maybe except when I hear your name
Someone's laugh that's just the same
I've forgotten you just like
I should

What a guy
What a fool am I
To think my aching hearth
Could keep the moon
What's in store
Should I phone once more
No, no, no, no, no
It's best that I stick to my tune

I said that I get alone
Without you very well
Of course, I do
Except perhaps in spring
But then I should never
Ever think of spring
For that would
Surely break my heart in two


(pra você. pela chuva de hoje e pela primavera a vir.)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Tem dias que alguns pensamentos são tão censuráveis que nem teriam espaço para postagem.

São dias em que toda melancolia se resolveria com café e piano, se não fosse a necessidade de fazer dinheiro para comprar o café do mês que vem.

Dias em que nem o iTunes coopera tocando a música certa, mas nem eu saberia dizer qual é a música certa.

São dias em que falta dinheiro e sobra o que fazer, mesmo eu não sabendo o que fazer com o dinheiro.

Dias em que faltou destinatário para um SMS qualquer, e sobrou espaço no lado de lá da cama à noite.

(pra esse cu de mundo: possivelmente o texto mais chato que escrevi, no, possivelmente, dia mais chato desse inverno)

terça-feira, 21 de julho de 2009

ELA: Rafa, você viu os alfinetes para mapa?
EU: MAPA?
ELA: Mapa!
EU: Mapa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento?
ELA: Mapa, carta geográfica. Preciso dos alfinetes com aquelas cabecinhas pra pendurar um aviso no quadro.
EU: Ah, sim! Primeira gaveta.

(da série: workaholic?)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Quando te chamei “meu amor”, não creias que me enganei. Tanto não és mais meu; quanto há muito tempo deixei de te amar. Apenas te tenho a preencher um espaço que, hoje, não é mais ocupado.

Acontece que, depois de tanto tempo, eu me cansei de esperar e desliguei a luz.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Mentem-me teus olhos quando diz-me “te amo”. Mente-me teu cheiro quando diz-me “é teu”. Há mais “te amos” por trás desses olhos verdes e outros perfumes além do meu e do teu.

Minto meu abraço quando digo “é saudade”. Minto o carinho quando digo “é vontade”. Tenho em mim outras saudades e outras vontades que jamais ousaria proferir.

Também sabem mentir meus olhos.