Rapsódia. Ou, "enviando um recado muito mais do que direto".
Vamos que sou, talvez, um verme.
Foi então que, da minha infinita tristeza, aconteceu você.
A verdade é que eu sempre gostei de pão doce.
Adoro, sei lá porquê, esse olhar meio escudo; que em vez de qualquer álcool forte pede Água Perrier.
E pra que palavras, se eu não sei usá-las? Cadê palavra que traga você?
Vem, me nina; nana nenê.
Não vá me deixar sem teu beijo. Se tudo o que há não é mais do que o momento.
Meu amor, cadê você? Eu acordei, não tem ninguém ao lado.
Onde será que você está agora?
Tou com saudade de você debaixo do meu cobertor. De te arrancar suspiros. Fazer amor.
Saudade, diga à esse moço, por favor, como foi sincero o meu amor; e quanto eu adorei tempos atrás.
Que é pra ver se você volta. Que é pra ver se você vem.
Quanto mais eu te quero, mais sei esperar.
Será que você, meu bem, será que você não vem?
Eu espero.
terça-feira, 31 de maio de 2005
sábado, 28 de maio de 2005
Como brasileiro é tudo cara de pau, mesmo, viu...
Data: 27-05-2005
Local: Estação de Metrô Barra Funda, São Paulo, Brasil.
Horário: A partir das 17:00hs
Ambiente: Uma parede para encostar. Uma lixeirinha pregada na mesma. Ao lado da lixeira, uma placa NÃO FUME.
Personagens: Aproximadamente 15 fumantes; doidos para dar um 'pito'.
Moral da história: adivinha aonde instalou-se o 'fumódromo'?
Data: 27-05-2005
Local: Estação de Metrô Barra Funda, São Paulo, Brasil.
Horário: A partir das 17:00hs
Ambiente: Uma parede para encostar. Uma lixeirinha pregada na mesma. Ao lado da lixeira, uma placa NÃO FUME.
Personagens: Aproximadamente 15 fumantes; doidos para dar um 'pito'.
Moral da história: adivinha aonde instalou-se o 'fumódromo'?
terça-feira, 17 de maio de 2005
domingo, 15 de maio de 2005
quarta-feira, 4 de maio de 2005
Muitas vezes eu não consigo entender o que se passa em minha mente. Nós, seres humanos, nunca estamos satisfeitos com nossa situação. Por mais que evitemos, hora ou outra nos depararemos com a questão 'e se fosse diferente?'. E desejaremos mudar o nosso presente. Vamos querer melhorar o destino; para que, de alguma forma, ele se encaixe melhor nos nossos planos.
Talvez exista realmente uma sabedoria superior que transcorra nossas vidas de um modo que, pode-se dizer, seja perfeito. Talvez tenhamos que aprender cada coisa em seu momento ideal. Algumas delas por mais de uma vez. Ou talvez nunca aprendamos nada e nossa vida seja apenas um amontoado de acasos. Talvez um anjo me visite à noite e embale meus sonhos. Talvez eu sinta, mais do que tudo, a falta de seu abraço hoje.
Talvez eu queira mudar o meu destino. Mas a vida ainda tem muito a me ensinar.
Talvez exista realmente uma sabedoria superior que transcorra nossas vidas de um modo que, pode-se dizer, seja perfeito. Talvez tenhamos que aprender cada coisa em seu momento ideal. Algumas delas por mais de uma vez. Ou talvez nunca aprendamos nada e nossa vida seja apenas um amontoado de acasos. Talvez um anjo me visite à noite e embale meus sonhos. Talvez eu sinta, mais do que tudo, a falta de seu abraço hoje.
Talvez eu queira mudar o meu destino. Mas a vida ainda tem muito a me ensinar.
Na falta de textos para postar, faço minhas as palavras de Clarice Lispector.
"Uma desilusão. Mas uma desilusão de quê? se, sem ao menos sentir, eu mal devia estar tolerando minha organização apenas construída? Talvez desilusão seja o medo de não pertencer mais a um sistema. No entanto se deveria dizer assim: ele está muito feliz porque finalmente foi desiludido. O que eu era antes não me era bom. Mas era desse não-bom que eu havia organizado o melhor: a esperança. De meu próprio mal eu havia criado um bem futuro. O medo agora é que meu novo modo não me faça sentido? Mas por que não me deixo guiar pelo que for acontecendo? Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade."
Clarice Lispector - A paixão segundo G.H.
"Uma desilusão. Mas uma desilusão de quê? se, sem ao menos sentir, eu mal devia estar tolerando minha organização apenas construída? Talvez desilusão seja o medo de não pertencer mais a um sistema. No entanto se deveria dizer assim: ele está muito feliz porque finalmente foi desiludido. O que eu era antes não me era bom. Mas era desse não-bom que eu havia organizado o melhor: a esperança. De meu próprio mal eu havia criado um bem futuro. O medo agora é que meu novo modo não me faça sentido? Mas por que não me deixo guiar pelo que for acontecendo? Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade."
Clarice Lispector - A paixão segundo G.H.
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