"Fare e disfare
È il tuo mistiere
Ed io che osservo senza reagire
Prima... rapito, legato e torturato
Poi.. fuggito, confuso tu mi hai re-illuso
Il confine trai miei sentimenti è cosi sottile
Cho non riesco piú a ragionare
E non capisco se
Ti odio o sono innamorato di te
Il confine tra i miei sentimenti è cosi sottile
Che tu riesci ad uscire e a entrare
E non capisco se
Ti odio o sono innamorato di te!"
Sim! Saiu o resultado do meu teste de proficiência em italiano! Com resultado extremamente agradáveis! UUUUUUUUUrra!
sábado, 29 de janeiro de 2005
quarta-feira, 26 de janeiro de 2005
Estou meio sem vontade de escrever. Mas vou deixar aqui um trecho do meu livro favorito (Ulysses, de James Joyce). Se encaixa muito bem no meu presente humor e nos atuais acontecimentos.
"Que jogo das forças, inducentes à inércia, tornaria indesejável a partida?
O tardio da hora, tornada procrastinatória: a obscuridade da noite, tornada invisível: a incertitude dos caminhos, tornados perigosos: a necessidade de repouso, abviando ao movimento: a proximidade de um leito ocupado, obviando à busca: a antecipação do calor (humano) temperado com o frescor (do linho), abviando ao desejo e tornados desejáveis; a estátua de Narciso, som sem eco, desejado desejo."
Difícil de entender? Não, não é.
"Que jogo das forças, inducentes à inércia, tornaria indesejável a partida?
O tardio da hora, tornada procrastinatória: a obscuridade da noite, tornada invisível: a incertitude dos caminhos, tornados perigosos: a necessidade de repouso, abviando ao movimento: a proximidade de um leito ocupado, obviando à busca: a antecipação do calor (humano) temperado com o frescor (do linho), abviando ao desejo e tornados desejáveis; a estátua de Narciso, som sem eco, desejado desejo."
Difícil de entender? Não, não é.
terça-feira, 18 de janeiro de 2005
Meses atrás, logo que cheguei em casa, me sentei ao piano. Comecei a tocar uma valsa e continuer amiúde. No começo, e acho que já tocava essa mesma valsa antes de chegar em casa, ela me parecia perfeita. Mas, aos poucos, fui vendo que faltava alguma coisa. Olhei de perto a partitura e percebí que deveria ser tocada à 4 mãos.
Mesmo assim, continuei tocando minha parte. Toquei por dias a fio esperando que sua chegada completasse a melodia; que compilasse minha harmonia. Mas você nunca veio. E, sozinho, a música se aquietou. Esfriou, esmoreceu e morreu.
Ainda hoje eu ouço os ecos daquela mesma valsa, batendo por entre as madeiras de meu piano. Mesmo que cada dia que passe está mais longe da última vez que eu toquei, o eco demora pra morrer. Como se, mesmo tendo parado de tocar, tivesse mantido o pedal e impedido o som de se abafar.
Mas, como eu disse, eu não toquei mais. E não toco, até que tenha tuas duas mãos ao meu lado. Mesmo que, para isso, seja preciso esquecer o ritmo.
Mesmo assim, continuei tocando minha parte. Toquei por dias a fio esperando que sua chegada completasse a melodia; que compilasse minha harmonia. Mas você nunca veio. E, sozinho, a música se aquietou. Esfriou, esmoreceu e morreu.
Ainda hoje eu ouço os ecos daquela mesma valsa, batendo por entre as madeiras de meu piano. Mesmo que cada dia que passe está mais longe da última vez que eu toquei, o eco demora pra morrer. Como se, mesmo tendo parado de tocar, tivesse mantido o pedal e impedido o som de se abafar.
Mas, como eu disse, eu não toquei mais. E não toco, até que tenha tuas duas mãos ao meu lado. Mesmo que, para isso, seja preciso esquecer o ritmo.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2005
Da série: músicas que deveriam ter tocado no meu rádio semanas atrás. Daí, quem sabe, eu não precisaria me matar tentando escrever alguma coisa. Já estaria escrito. Posto da mesma maneira!
"Sou doce, dengosa, polida; fiel como um cão. Sou capaz de te dar minha vida. Mas, olha, não pise na bola! Se pular a cerca eu detono, comigo não rola! Sou de me entregar de corpo e alma na paixão. Mas não tente nunca enganar meu coração. AMOR, PRA MIM, SÓ VALE ASSIM: SEM PRECISAR PEDIR PERDÃO.Adoro sua mão atrevida; seu toque, seu simples olhar já me deixa despida. Mas saiba que eu não sou boba. Debaixo da pele de gata eu escondo uma loba! Quando estou amando eu sou mulher de um homem só. Desço do meu salto, faço o que te der prazer. Mas, oh meu rei, A MINHA LEI, VOCÊ TEM QUE SABER: sou mulher de te deixar se você me trair. E ARRANJAR UM NOVO AMOR, SÓ PRA ME DISTRAIR. Me balança, mas não me destrói! PORQUE CHUMBO TROCADO NÃO DÓI. Eu não como na mão de quem brinca com a minha emoção. Sou mulher capaz de tudo pra te ver feliz. Mas também sou de cortar o mal pela raiz. NÃO DIVIDO VOCÊ COM NINGUÉM! Não nasci pra viver num harém! NÃO ME DEIXE SABER, OU SERÁ BEM MELHOR PRA VOCÊ ME ESQUECER."
Mas, sabe, foi melhor mesmo que a música não tocasse semanas atrás. Tomar coragem pra chutar tudo foi o melhor pra mim. Fazer tudo isso sozinho (no sentido de tomar a decisão) me fez REtomar a vergonha na cara!
"Sou doce, dengosa, polida; fiel como um cão. Sou capaz de te dar minha vida. Mas, olha, não pise na bola! Se pular a cerca eu detono, comigo não rola! Sou de me entregar de corpo e alma na paixão. Mas não tente nunca enganar meu coração. AMOR, PRA MIM, SÓ VALE ASSIM: SEM PRECISAR PEDIR PERDÃO.Adoro sua mão atrevida; seu toque, seu simples olhar já me deixa despida. Mas saiba que eu não sou boba. Debaixo da pele de gata eu escondo uma loba! Quando estou amando eu sou mulher de um homem só. Desço do meu salto, faço o que te der prazer. Mas, oh meu rei, A MINHA LEI, VOCÊ TEM QUE SABER: sou mulher de te deixar se você me trair. E ARRANJAR UM NOVO AMOR, SÓ PRA ME DISTRAIR. Me balança, mas não me destrói! PORQUE CHUMBO TROCADO NÃO DÓI. Eu não como na mão de quem brinca com a minha emoção. Sou mulher capaz de tudo pra te ver feliz. Mas também sou de cortar o mal pela raiz. NÃO DIVIDO VOCÊ COM NINGUÉM! Não nasci pra viver num harém! NÃO ME DEIXE SABER, OU SERÁ BEM MELHOR PRA VOCÊ ME ESQUECER."
Mas, sabe, foi melhor mesmo que a música não tocasse semanas atrás. Tomar coragem pra chutar tudo foi o melhor pra mim. Fazer tudo isso sozinho (no sentido de tomar a decisão) me fez REtomar a vergonha na cara!
terça-feira, 11 de janeiro de 2005
Post dividido em duas partes. A primeira é um comentário sobre o motivo de minha ausência durante a semana. A segunda é um outro comentário, sobre um outro assunto. Depois posto alguma coisa decente.
- Quarta feira passada eu fui à Saraiva procurar um livro. Queria alguma coisa pra matar o tempo do restante da semana. Conseguí essa 'coisa'. Mas, definitivamente, não era nada posto a venda nas gôndolas da loja...
- "Sou que nem pandeiro: preciso apanhar pra ter samba!"
- Quarta feira passada eu fui à Saraiva procurar um livro. Queria alguma coisa pra matar o tempo do restante da semana. Conseguí essa 'coisa'. Mas, definitivamente, não era nada posto a venda nas gôndolas da loja...
- "Sou que nem pandeiro: preciso apanhar pra ter samba!"
terça-feira, 4 de janeiro de 2005
Minhas costas ardem por causa do sol do verão. Quiçá fosse meu coração que tivesse se queimado. Dessa forma, saberia que junto das peles, cairiam juntas todas as minhas tristezas. Pois de amar já me basta o medo. E de sofrer já me basta a carne. A cada dia que passa; a cada manhã que acordo sem que estejas ao meu lado; vai-se, junto de minha angústia, um pedaço de minha alma.
Tenho medo de perder meus dias amando um porta-retrato. Não sei até quando vou continuar sangrando. Mas, ainda assim, eu me daria para provares de meu sangue por mais duas vezes. Daí, quem sabe como os vampiros, meu feitiço fosse realmente eficaz. Fosse realmente fatal.
Morrer de amor não dói. O contrário é a solidão...
Tenho medo de perder meus dias amando um porta-retrato. Não sei até quando vou continuar sangrando. Mas, ainda assim, eu me daria para provares de meu sangue por mais duas vezes. Daí, quem sabe como os vampiros, meu feitiço fosse realmente eficaz. Fosse realmente fatal.
Morrer de amor não dói. O contrário é a solidão...
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